A vida ensinou-me muitas coisas. Uma das lições mais importantes que aprendi com a minha professora Vida foi, sem dúvida, compreender que durante a procura do sucesso, aquilo que parece um obstáculo é, na verdade, o Universo a apontar-nos uma nova direção.

Na realidade, tudo pode tornar-se uma bênção e uma oportunidade, até as coisas negativas, se tivermos sabedoria para encarar os acontecimentos com fé, de uma forma atenta, lúcida e consciente.

Se eu não tivesse deixado, ainda que relutantemente, o emprego numa Editora em Bruxelas para integrar uma empresa italiana para vender camiões por toda a Europa, não teria conhecido o meu marido em Inglaterra e não estaria hoje a escrever esta carta para os leitores portugueses de uma revista que criei de raiz e que celebrou 100 edições no mês passado.

Aprendi com a Vida que não podemos perder a esperança, sobretudo nos momentos mais difíceis, porque ela irá levar-nos para onde temos de chegar. Apesar dos erros e contratempos, o Universo direciona os nossos passos para o caminho certo. É como uma dança – um passo à frente, um atrás, um para a esquerda e outro para a direita, muitas vezes damos passos errados, mas também damos muitos acertados. E tudo o que estamos destinados a fazer alinha-se de modo harmonioso, em perfeita sintonia com a pessoa que somos e com o que estamos destinados a fazer.

Mais ainda: aprendi que independentemente de quem somos e de onde vimos, todos temos o nosso próprio caminho. Cada um é responsável pela sua própria vida, é uma das Leis fundamentais do Universo. As nossas escolhas, dia após dia, não só têm uma consequência, como são uma oportunidade para traçarmos o nosso caminho. Tudo o resto acontecerá por si.

Tal como dizia o escritor Gary Zukav no seu livro O Lugar da Alma: “Todas as ações, pensamentos e sentimentos são motivados por uma intenção, e essa intenção é uma causa que produz um efeito. Se fizermos parte da causa, é-nos impossível não fazer parte do efeito. Desta forma mais profunda somos responsáveis por todas as nossas ações, pensamentos e sentimentos, que é o mesmo que dizer, por todas as nossas intenções…Portanto, será prudente tomarmos consciência das várias intenções que estão envolvidas na nossa experiência para percebermos que intenções produziram determinados efeitos e para escolhermos as nossas intenções de acordo com os efeitos que queremos produzir.”

Por vezes, sentimo-nos presos na nossa própria vida e não sabemos para onde nos virarmos, que escolhas devemos fazer e o que queremos verdadeiramente. Se assim for, temos de parar para nos questionarmos: “Afinal, quem sou eu?” Saber qual é a nossa intenção nos momentos em que pensamos estar perdidos de nós próprios pode ser uma fantástica orientação.
A verdade é que, ao desconhecermos as nossas verdadeiras intenções por detrás de uma escolha, pode bloquear por completo o processo de evolução, impedindo-nos de avançar. ´

E não devemos sentir vergonha de pedir ajuda nestes momentos mais difíceis.

Nos dias 22, 23 e 24 de junho chega a Portugal o grande e único Neale Donald Walsh, o meu autor preferido. Os seus livros já transformaram a vida de milhões de pessoas em todo o mundo e esta é uma oportunidade excecional para todos nós podermos assistir em direto, a 5 metros de distância, às jornadas deste autor fora do vulgar e profundo, e cujas mensagens de Conversas com Deus são imediatamente praticáveis na sua vida quotidiana.

Estas mensagens de Neale Donald Walsh podem mudar o mundo se as pessoas souberem aplicá-las e o mundo está a precisar desesperadamente de mudar agora, como afirmava o autor:

“Não daqui a cinquenta anos. Nem daqui a vinte e cinco anos. Nem sequer daqui a dez anos. Agora”. Pessoalmente, e existem milhões de pessoas a concordar comigo, considero os seus livros umas das mensagens espirituais mais revolucionárias alguma vez dadas à Humanidade.

Há já muitos anos que sonho encontrar este homem simples, autêntico e profundo, mas nunca imaginei poder um dia conversar com ele. Sinto-me honrada, grata, abençoada e verdadeiramente feliz. Temos agora no próximo dia 24 de junho este grande privilégio de poder ouvi-lo aqui mesmo, no coração de Lisboa, durante uma conferência excecional que poderá transformar a sua vida de forma radical.

Como sabe, gosto de ajudar os outros, pois quando ajudo os outros ajudo-me a mim. É a minha maneira de contribuir permanentemente para a vida dos outros, melhorando assim a minha, fazendo tudo ao meu alcance para ser feliz.

Querer ser feliz não tem nada de mal. E quando somos felizes estamos mais disponíveis para ajudar os outros a serem felizes também. Quando damos, recebemos. Quando recebemos, damos.

Assista à conferência de Neale Donald Walsh no dia 24 de junho, não irá arrepender-se.