Trata-se de um grande passo para a nossa evolução, pois é um sentimento tão profundo que sentimos a necessidade de entender por que aquela pessoa surgiu nas nossas vidas e qual a razão de não conseguirmos desligar-nos dessa energia tão forte.

artigo por DULCE REGINA

 

Quando duas almas gémeas estão juntas, a vibração de amor é muito forte e elas emitem-na para todo o Universo. O estudo da Astrologia foi o meu farol, iluminou os meus momentos, confirmando até hoje tudo o que sinto: sonhos, visões, intuição.

Através do estudo dos nossos mapas astrais confirmei essa relação de almas gémeas. Após esta descoberta e a publicação do meu primeiro livro, Alma Gémea, dei início ao meu trabalho de Astróloga Kármica e Terapeuta de Vidas Passadas, e tenho auxiliado milhares de pessoas que sentem necessidade desse esclarecimento.

Sinastria é a comparação das datas de nascimento entre as pessoas envolvidas e confirma, ou não, essa relação de almas gémeas. Existem três tipos de relacionamentos entre as pessoas:

 

    1. Relacionamentos Kármicos: através dessa análise é possível constatar se essas pessoas estão a viver uma relação kármica (um adquiriu uma “dívida” com o outro em vidas passadas). Alguma atitude negativa que gerou um sentimento de culpa, mágoa, raiva, gerando, assim, um karma negativo entre esses dois espíritos.
  • Alma gémea matriz: são dois espíritos que se separaram e, mesmo distantes fisicamente, estarão sempre ligados espiritualmente. Esses espíritos vão estar sempre a reencontrar-se nesta e noutras vidas.

 

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  • Almas companheiras: fazem parte da mesma centelha divina e são onze espíritos masculinos e onze femininos que podem encontrar-se na Terra como irmãos, amigos, pai e filho etc. Muitas vezes, possuem uma missão juntos e estão na mesma sintonia.

 

 

Existem certas situações reservadas aos seres humanos que não podem ser descritas, só sentidas. A relação entre as almas gémeas é uma delas. A voz do sentimento não pode ser abafada, jamais, pois o espírito é eterno, o tempo não existe e a separação é uma ilusão…

 

“Todos temos a nossa ‘outra metade’”

 Em 1995 resolvi contar a minha história através de um livro sobre a minha alma gémea. Desde criança que me perguntava: Onde estará a minha alma gémea? Será que a alma gémea existe?

Passei muito tempo nesta busca, até que um dia conheci uma pessoa que me despertou sensações tão profundas e, ao mesmo tempo, tão subtis que não tive dúvidas: tinha encontrado a minha alma gémea. Após essa experiência e depois de muitos anos de pesquisas e de estudos, entendi que, sim, a alma gémea existe! Constatei que o espírito é uma centelha divina que ao vir para a Terra se desmembra em dois, que evoluem individualmente.  Sendo assim, todos temos a nossa “outra metade”.

No meu caso, o “reconhecimento” veio através da emoção: dos olhos, da pele, do coração e uma forte atração magnética. Foi um sentimento mútuo, parece que nos conhecíamos de muitas vidas e estaríamos unidos para sempre!

Apesar dessa forte relação, nem tudo era perfeito, pois o sentimento de ciúme e medo da perda acompanhava-nos em todos os momentos, achava que iria perdê-lo. A sensação de perda era muito forte: não para outra mulher, mas para a vida.

Tentei entender esta ligação através do lado espiritual, pois pelo racional não tinha explicação. Com o tempo, percebi que cada um de nós tem karmas – adquiridos em vidas passadas – por resolver, pois as almas gémeas também contraem karmas e, muitas vezes, não conseguem ficar juntas e a separação acontece por estarem em graus de evolução diferentes.