Uma mesa radiónica é uma placa impressa com vários desenhos geométricos que podem ser selecionadas e ativadas por meio de um pêndulo.

Partindo do princípio que tudo que existe está gravado no inconsciente da Humanidade, a ferramenta propõe ao usuário conhecimentos que o permitem conectar-se, manipular e usar essas informações, direcionando. Ela é um instrumento em si mesma, usada para a emissão de frequências no processo de cura ou para resolver problemas onde a emissão de energia tenha uma influência direta.

 

Segundo Régia Prado – criadora da mesa radiónica quântica – as mesas radiónicas na realidade são psiónicas, no sentido da palavra empregada nas primeiras pesquisas de parapsicologia, porque todas as frequências enviadas dependem mais da mente do operador do que da forma dos símbolos usados.

 

Fundamentos

A mesa radiónica quântica que descreveremos aqui foi a que foi desenvolvida por Régia Prado.

O uso da palavra ‘quântica’ indica o modelo de pensamento no qual foi concebida a mesa. O embasamento vem da Homeostase Quântica da Essência e da Física Quântica. Neste modelo, o Universo é autoconciente e nós, como seres conscientes, podemos de alguma forma interferir neste Universo. Os conceitos são explicados através de ondas, partículas, realidades paralelas e outros fenómenos explicados pela Física Quântica.

Evitou-se na conceção da mesa prendê-la a algum conhecimento religioso, filosófico ou místico em particular, devendo o operador se ajustar ao sistema de crenças do interagente, sem impor o seu. Os conceitos científicos também são usados para dar embasamento teórico e consistente, porém não devem ser vistos como uma amarra. O operador pode usá-la, mesmo sem nenhum conhecimento prévio de Física Quântica.

Por este motivo, no momento do atendimento não se busca nenhuma conexão com nenhuma força espiritual, por exemplo, mestres e mentores, santos ou orixás, embora a mesa em si esteja ancorada a uma egrégora às quais o operador pode juntar as suas. A única conexão exigida é do operador com o seu Eu Maior, que se conecta ao Eu Maior do interagente.

Usa-se no lugar de cliente ou paciente a palavra ‘interagente’, porque a pessoa para que se esta a fazer a mesa radiónica não está simplesmente a receber algo, como reiki, mas interagindo com seu Eu maior e este com o Eu maior do operador da mesa. Este é o diferencial deste tipo de tratamento, sendo mais rápido e eficiente em muitos casos.

O conceito de Eu Maior vem de várias tradições esotéricas e pode ser entendido como uma parte nossa que está ligada diretamente ao Criador (seja Deus, Tao, ‘a fonte que tudo é’ ou Universo) e no ocidente pode ser chamada de Self (segundo Jung) ou supra consciente na psicologia transpessoal.

 

Conceitos básicos

Os conceitos básicos de operação de uma mesa radiónica quântica podem ser aprendidos por qualquer pessoa, porém para que a pessoa trabalhe plenamente com uma mesa radiónica é necessário que ela tenha um conhecimento mínimo do processo terapêutico em si e de alguns conceitos utilizados. Para os terapeutas, uma ferramenta que acrescenta versatilidade às técnicas que utiliza e, para os que não são terapeutas, uma ferramenta de autoconhecimento.

Além das ferramentas já ancoradas na mesa, o operador pode agregar as suas, já que a mesa dispõe de uma ferramenta em branco que permite ao operador juntar até 24 ferramentas a ela. Por exemplo, se o operador for um tarólogo, ele pode ancorar o tarot como uma das ferramentas.

 

Usos da mesa

A mesa radiónica quântica é empregada como um instrumento de terapia alternativa, indo desde o diagnóstico à emissão de frequência para a cura. A cura, em sentido amplo, indo desde males físicos, emocionais e mentais até a situações em que a pessoa está presa de alguma forma no que se convencionou chamar de emanharamento ou entrelaçamento (outro conceito tomado emprestado da Física Quântica), como por exemplo, problemas financeiros.

Artigo publicado na Zen Energy Nº80 (edição de Setembro de 2015)