As pessoas fortes e felizes não procuram “paraísos”, constroem-nos! Com convicção e perseverança, todos nós conseguiremos ser mais felizes, mesmo em situações complicadas. Basta mentalizarmo-nos e praticar, praticar e praticar.

Sabia que tudo o que enfrentamos no nosso dia a dia, de manhã à noite, está relacionado com a nossa mente?
E se nos empenhássemos em aceitar o milagre da vida exatamente como surgir? Faça frio ou calor, nuvens ou sol, riqueza ou pobreza, saúde ou doença e isso sem stressar, sem ansiedade, sem medo?

Durante uma das várias entrevistas com Augusto Cury,
conhecido psiquiatra e escritor brasileiro, ele teve a simpatia de desvendar técnicas fundamentais para controlar o stress doentio, dando-
-nos a conhecer algumas consequências dramáticas de não saber geri-lo.

Cury tem sido uma das raras vozes, talvez a primeira, a produzir conhecimentos sobre as ferramentas do Eu como gestor da mente, a gestão da emoção, a necessidade de filtrar estímulos stressantes, a reedição da memória, etc.

Pesquisas indicam efetivamente que mais de três mil milhões de seres humanos desenvolverão algum transtorno psíquico ao longo da vida.

“Muitas pessoas silenciaram os seus mais importantes projetos, não porque passaram por grandes sofrimentos, mas porque foram asfixiados pelo cárcere da rotina e do trabalho”, confessou. Deu como exemplo inspirador e a seguir o inigualável Beethoven, um dos maiores músicos da História.

Como deve saber, este artista único perdeu o instrumento mais importante para compor: a audição. Passou por um verdadeiro inferno e a sua vida perdeu o sentido. Mas não abandonou o seu sonho e não se deixou levar pela situação traumática que lhe roubou aquilo para que nasceu.

“O Eu dele levantou-se poderosamente e deixou de ser vítima dos traumas para ser protagonista da própria
história”, explicou Cury. Beethoven passou a encostar o ouvido à mesa, de modo a sentir a vibração das notas.

Quem teria imaginado que isto fosse possível? Um surdo a compor sinfonias maravilhosas.

Vamos inspirar-nos, enfrentar os nossos medos, sendo que muitas vezes não passam de fantasmas, e deixar a nossa mente fluir naturalmente. Se o leitor ainda não sabe como desenvolver uma mente poderosa, capaz de resistir aos desafios de uma vida stressante, pode sempre continuar a ler as nossas publicações, porque iremos acompanhá-lo passo a passo, todos os meses, até
se transformar e, assim, transformar também o mundo em que vive.

Como vamos transformar-nos depois de ler a edição do Reiki & Yoga? Transformamo-nos em indivíduos centrados no presente, pessoas extremamente fortes e saudáveis que apreciam os pequenos prazeres da vida e agradecem o facto de estarem vivos. E porque não aprender a transformar situações desconfortáveis em experiências agradáveis?