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Onde mora a Felicidade?

Todos os dias, ao chegar ao escritório antes das 8h00, tenho um tempinho só para mim antes de começar com as azáfamas diárias. Agradeço ao Universo tudo o que me terá proporcionado na vida e, por isso, tenho um caderno onde listo diariamente as coisas boas que aconteceram no dia anterior.

Há já algum tempo aprendi que para viver de uma maneira equilibrada, de bem com a vida e para alcançar tudo o que mais desejo, basta dar pequenos passos que possam fazer toda a diferença.

Isso não quer dizer que temos de fugir das nossas responsabilidades, problemas, obrigações ou emoções. Bem pelo contrário. Estar bem não quer absolutamente dizer que temos de estar alegres o tempo todo, a todo o custo ou ter uma relação superficial com a vida para não nos envolvermos demais e não termos de conscientizar assuntos que nos perturbam. Porque viver significa experienciar, e os altos e baixos fazem parte da vida, quer aceitemos quer não.

Então, mais vale aceitar e empenhar-se em viver de modo consciente, passando por uma lista grande de experiências emocionais positivas,
e por vezes negativas, sempre com o intuito de estar ao serviço de um bem superior, sentindo que pertencemos a algo maior e mais permanente do que nós.

Herdámos dos nossos pais os olhos castanhos ou azuis, mas também grande parte da nossa felicidade, que é influenciada pela genética. Estudos demonstram que cada um de nós tem tendência para ser mais otimista ou pessimista, em termos de personalidade. No entanto, isto só dá conta de 50%. Os restantes 50% para escolhermos como conduzir a vida está nas nossas mãos. De que maneira?

Saber o que queremos da vida – e também o que não queremos – é o ponto de partida para iniciarmos uma caminhada confiante e feliz.

Quando tomamos liberdade de refletir sobre a vida, sobre o que nos move a cada dia, o que nos faz mais sentido e contribui para que a nossa vida valha a pena, as coisas começam a enquadrar-se de outra forma.

Olhar para o essencial que nos anima e vitaliza ao longo da nossa vivência diária, e analisar as formas de viver a espiritualidade pode ajudar a perceber onde estamos e para onde queremos ir.

Esta nova edição da revista Reiki & Yoga – SOS Autoestima pretende proporcionar ferramentas práticas para uma mente mais aberta e consciente, que possa aumentar o poder de escolha dos leitores no seu dia-a-dia e ajudá-los a sentirem-se em desenvolvimento contínuo, em expansão e crescimento pessoal, assim como realizar o seu potencial e aumentar os níveis de felicidade.