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	<title>Revista Zen Energy</title>
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		<title>Entrevista a Inês Castel-Branco, atriz</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 12:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Martins]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Força (Raíz)]]></category>
		<category><![CDATA[2 chakra umbilical]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1000" height="728" src="/wp-content/uploads/2016/01/ines_castelbranco.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ines_castelbranco" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/entrevistas/entrevista-ines-castel-branco-atriz/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>Dona de um estilo muito próprio, Inês Castel-Branco tem, até hoje, uma carreira bem-sucedida na representação.</strong></span></p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>Nesta entrevista, conheça de perto a atriz, saiba o que mudou com a chegada da maternidade e qual o seu segredo para uma vida em equilíbrio e felicidade.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de se ter estreado no mundo da moda, foi na representação que encontrou a sua verdadeira paixão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Começou a trabalhar como manequim. Como é que tudo se proporcionou? </strong></p>
<p>Estava a almoçar com a minha mãe e uma <em>booker</em> da Elite que se chamava GIN abordou-me e fez o convite ao qual resisti durante algum tempo. Quando, finalmente, aceitei, comecei a trabalhar, até hoje.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>E o que a levou a seguir a carreira de atriz? </strong></p>
<p>O primeiro curso de representação que tirei com a Patrícia Vasconcelos. A sensação que tive quando improvisei pela primeira vez, quando preparei um texto e o apresentei.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>A chegada da maternidade</strong></h3>
<p><strong>Há mulheres a quem a maternidade muda por completo. A maternidade revelou uma Inês diferente? </strong></p>
<p>Claro que sim, nesse aspeto não sou muito diferente. Mudaram-se as prioridades e a forma de ver o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como viu o seu corpo modificar-se dia após dia? </strong></p>
<p>Engordei muito na gravidez e confesso que não foi fácil, mas dediquei-me por completo ao desporto para chegar aonde estou. Gosto ‘muitooooo’ de comer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como vê a sua mãe no papel de avó? </strong></p>
<p>É comovente e, ao mesmo tempo, divertido. É a ‘avó maluca!’ e tem ajudado bastante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E qual a principal diferença da forma como ela a educava e educa agora o Simão? </strong></p>
<p>Quem educa o Simão sou eu. O papel dela é outro, agora mais leve e com menos responsabilidade, mas tão importante. Eu, confesso, que repito tudo o que ela fez comigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Recorrer à ajuda da psicoterapia</strong></h3>
<p><strong>Após o fim do seu relacionamento com Filipe Pinto, pai do seu filho, resolveu procurar o apoio de um psicanalista. O que a levou a procurar ajuda terapêutica? </strong></p>
<p>Achar que sozinha não conseguia ultrapassar as emoções todas que estava a viver e que precisava de estar bem para ser uma boa mãe, uma boa profissional, amiga, filha, etc&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E tem surtido efeito? </strong></p>
<p>Claro que sim. Aconselho a toda a gente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É adepta de alguma terapia alternativa, como acupunctura, meditação ou yoga? </strong></p>
<p>Quero muito aprender meditação mas, neste momento, utilizo o desporto como fuga.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>Atingir o equilíbrio</strong></h3>
<p><strong>Todos nós temos problemas e dificuldades na nossa vida. Qual é o seu segredo para uma vida em equilíbrio e felicidade? </strong></p>
<p>Rodearmo-nos muito bem. Afastar as pessoas que nos fazem sentir coisas más. E ter compaixão pelo mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acredita que somos os ‘cozinheiros’ do nosso próprio destino? </strong></p>
<p>Acredito que somos condutores, mas que há muitas ‘lombas’ no caminho que são impossíveis de controlar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acha que todos podemos realizar os nossos sonhos, por mais difíceis que sejam de concretizar? </strong></p>
<p>Acho que, pelo menos, devemos lutar nem que seja para desistir um dia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>É uma mulher segura, que não tem medo de desafios? </strong></p>
<p>Tenho imensas inseguranças, mas enfrento-as, porque quando as ultrapasso sinto-me a super-mulher.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mantém o sorriso em tudo o que faz. Acha que esta é a melhor ‘arma’ para quebrar barreiras e atingir o sucesso no dia a dia? </strong></p>
<p>Acho que por mais difícil que seja, se dermos um sorriso, vamos receber outro de volta. Só isso já vale a pena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual considera ser a sua qualidade principal e que mais a caracterize? </strong></p>
<p>Proteger quem amo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há alguma coisa de que tenha desistido na vida e de que se tenha arrependido? </strong></p>
<p>Até agora, não, mas estou preparada para isso. É no erro que se cresce mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Embaixadora da Avon</strong></h3>
<p><strong>É a nova embaixadora da Avon, marca de beleza líder em venda direta. Por que razão aceitou este convite? </strong></p>
<p>Porque me identifico com a proposta da Avon de sermos mulheres independentes, que fazemos aquilo a que nos propomos e, com isso, sermos felizes.</p>
<p>Considero-me uma pessoa enérgica e empreendedora e sempre procurei oportunidades nas mais variadas áreas. Foi com enorme satisfação que aceitei o convite da Avon para representar as mulheres portuguesas empreendedoras, dinâmicas e que a cada dia procuram o sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como é um dia perfeito para si? </strong></p>
<p>Ir a uma praia qualquer ou fazer um piquenique num jardim com o meu filho, os meus cães, os meus amigos e boa comidinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Mensagem positiva</strong></h3>
<p><strong>Que mensagem positiva gostaria de transmitir aos nossos leitores? </strong></p>
<p style="text-align: left">«<em>Everyone you meet is fighting a battle you know nothing about, so be kind. </em><em>Always.</em>» («Todas as pessoas que encontra estão a lutar numa batalha, sobre a qual, você nada sabe, por isso, seja gentil. Sempre.»)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right"><span style="color: #999999">Artigo publicado na</span> <strong><a href="/produto/zen-energy-no-83-dez-2015/">Zen Energy Nº 83</a></strong> <span style="color: #999999">(edição de Dezembro de 2015)</span></p>
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		<title>Reencontros &#8211; Quando a vida presente se entrelaça com vidas passadas (episódio 1)</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 11:35:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Clara de Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Espírito (Coronário)]]></category>
		<category><![CDATA[7 chakra da coroa]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1502" height="2003" src="/wp-content/uploads/2016/01/ThinkstockPhotos-482346828.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ThinkstockPhotos-482346828" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/artigos/reencontros-quando-vida-presente-se-entrelaca-com-vidas-passadas-episodio-1/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>O camião de mudanças parou junto ao portão, logo atrás do carro de Rita, que tinha vindo a indicar o caminho. A casa, graciosa vivenda de dois andares, qual ventre vazio, esperava tranquilamente que a vida a enchesse. Ao abrir o portão, Rita sentia que esse gesto simples tinha o significado profundo de iniciar uma nova fase na sua existência.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atrás dela, impacientes, Gaby e Raf, ela de 15 anos e ele de 13. Então, mãe, não entras? Rita voltou-se para trás e sorriu-lhes. Raf segurava Toby, o inseparável cão. Então mãe, estás à espera de quê? Sim, todos esperavam este momento, um ponto de inflexão nas suas vidas, como naqueles gráficos matemáticos em que a curva mudava de um sentido descendente para um ascendente. <strong>Este era um momento verdadeiramente importante e Rita quis usufruir dele, esgotando-o até ao limite.</strong> Olhou para o camião de mudanças que carregava todo um passado, ainda ali à espera, imóvel e pesado. A casa e o pequeno jardim que a rodeava, simbolizavam o futuro que iriam construir em conjunto os três, agora que o 4º elemento tinha decidido abandonar o percurso. Parecia-lhe ter duas faces, como o deus Janus que preside ao mês de janeiro, olhando o passado com uma face e com a outra o futuro. Aquele simples gesto de abrir o portão era simbolicamente arrasador, pois unia duas fases da vida e simultaneamente separava-as, para que melhor se distinguissem. <strong>Olhou a chave na sua mão e pensou que o importante é ter a chave certa para integrar o passado e o futuro em cada momento da vida presente.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mal tinham acabado de entrar no jardim, houve movimento na casa vizinha, uma vivenda semelhante, exceto na cor das paredes e no facto de ter o sótão levantado. Desse lado, o jardim estava cuidado e havia plantas junto do muro que separava os dois jardins, enquanto do lado em que iriam habitar só havia terra e plantas selvagens. Uma janela abriu-se na zona do sótão fechando-se quase logo a seguir, apenas se percebendo um vulto espreitando fugidiamente.</p>
<p>Rita acenou para o camião de mudanças, indicando que podiam começar a descarregar. De repente, uma porta bateu na casa ao lado. Um homem de fato de treino saiu do jardim vizinho dirigindo-se em passos rápidos a um <em>jeep</em> estacionado na rua, olhando em frente como se não quisesse ver mais nada senão um ponto longínquo no futuro, ignorando os novos vizinhos, que todavia o olharam. De repente, Rita viu-o vestido de forma estranha, com um fato dum nobre ou burguês endinheirado do séc. XVI, umas mangas de balão, um chapéu estilo boina com uma pena comprida. Esta visão foi instantânea e rapidamente se desvaneceu, deixando-a atónita, pois tal coisa nunca lhe tinha acontecido. Como psicóloga e terapeuta regressiva ouvia muitas histórias dos seus pacientes que descreviam culturas perdidas, modos de vestir esquecidos e épocas longínquas. Apenas nas regressões que tinha feito durante o curso e nas que Bianca, a sua supervisora, lhe conduzia regularmente, vira coisas semelhantes à visão que acabara de ter. Mas assim, vinda do nada, ou melhor, vinda talvez de profundas e obscuras memórias armazenadas, aquela visão era altamente perturbadora e intrigante. Quando se refez da surpresa, já o vizinho arrancara ruidosamente com o seu <em>jeep</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Gabriela</strong></h3>
<p>Dormimos a primeira noite na casa nova. Dormi bem, apesar da confusão, talvez porque estivesse muito cansada. Preocupa-me o vizinho, foi tão antipático quando passou por nós e quando à noite pôs a música tão alto. Nem acreditava quando a mãe disse que era o Coro dos Ciganos de uma ópera qualquer. Vejo ali uma intenção de ofender, um segundo sentido que mostra arrogância. Acho que vamos ter problemas com ele. Mas não quero pensar muito nisto, agora temos de instalar-nos. O pai continua sem dar notícias e já deixei de preocupar-me com isso. Ele está envergonhado, quero acreditar que estará, depois do que fez. Não quero falar com ele. O Raf vai de certeza perdoar-lhe facilmente. A mim, há-de pedir perdão muitas e muitas vezes até eu lhe perdoar! E a mãe, certamente ainda não se refez de tudo o que passou&#8230;</p>
<p style="text-align: left">Agora já consigo pensar nisso, naqueles dias confusos em que o pai e a mãe discutiam todo o tempo, ninguém nos dava atenção, o Toby era o único que nos ligava. Quando finalmente o pai saiu de casa, foi um alívio! Eu fui logo tirar as fotografias dele de todo o lado, a mãe e o Raf protestavam, mas eles são uns corações moles. Eu não. Tirei-as todas e nessa altura percebi que ele estava por todo o sítio na casa, parece que estava sempre a descobrir mais um lugar onde havia uma fotografia ou um objeto que fazia recordá-lo. O Raf vai de certeza querer uma foto dele no quarto, eu sei que ele guarda fotos do pai às escondidas. Ele precisa de uma referência do pai, eu não! Gosto desta casa, é vida nova para nós, apesar do vizinho antipático.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #999999">(Continua…)</span></p>
<p><strong>Leia este artigo na íntegra, na <a href="/produto/zen-energy-no-84-jan-2016/">Zen Energy Nº84</a> (edição de Janeiro de 2016), já nas bancas.</strong></p>
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		<title>Saudades de quê?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 11:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Yosef-José Cunha Rodrigues]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Harmonia (Frontal)]]></category>
		<category><![CDATA[6 chakra frontal]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="4272" height="2848" src="/wp-content/uploads/2016/01/ThinkstockPhotos-499286570-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ThinkstockPhotos-499286570 (1)" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/artigos/saudades-de-que/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>Tenho uma amiga que diz que o segredo para se manter jovem é nunca olhar para trás. «O passado envelhece-nos», repica constantemente. Não sei se isso é bem assim, mas o que eu acho é que o tempo não volta para trás, venha quem vier. Podemos fazê-lo na nossa cabeça, mas fisicamente nada se repete na vida, por muito que tentemos ‘reiterar‘ o que já se foi para sempre. Voltar atrás daria muito jeito em certas situações, mas tudo muda a cada instante e a roda não para.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mudar, ninguém gosta. Estou a falar em mudança profunda, duradoura. Mas, <strong>a mudanç</strong><strong>a </strong><strong>é </strong><strong>poss</strong><strong>ível</strong>. Não me refiro àquele tipo de mudança onde restringimos os nossos impulsos negativos durante algumas horas, poucas semanas ou até meses, para logo a seguir voltarmos ao nosso velho modo de ser. Estou, pelo contrário, a falar em mudança prolongada, aquela que nos traz mais felicidade para as nossas vidas e para as vidas dos que nos rodeiam (embora, muitas vezes, pareça o oposto).</p>
<p><strong>Basta pensar naquela ‘tisana de energia’ quando nos comprometemos a fazer uma mudança de vida, um padrão t</strong><strong>í</strong><strong>pico e viciante</strong>, diria até patológico, e quando esse pico inicial se esgota, voltamos novamente a ‘zerar’, à deriva e a lutar contra essas mesmas tendências com as quais estávamos até então numa luta constante.</p>
<p>A vida ensina-nos que existe uma receita ‘tiro e queda’ para essa mudança duradoura:</p>
<p>– Deixar o passado para trás e abrir mão das nossas características compulsivas e destrutivas, mesmo que a ‘saudade’ aperte.</p>
<p>– Comprometermo-nos a substituir esses comportamentos que não estavam a funcionar por outros ou, como se diz agora, mais proativos.</p>
<p>– Resistir ao desejo de obter a energia que antes gratificava o nosso monstrinho, vulgo ego, quando nos sentíamos em baixo ou num estado mais primitivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #999999">(Continua…)</span></p>
<p><strong>Leia este artigo na íntegra, na <a href="/produto/zen-energy-no-84-jan-2016/">Zen Energy Nº84</a> (edição de Janeiro de 2016), já nas bancas.</strong></p>
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		<title>Se chove lá fora&#8230; infusões detox!</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 11:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lillian Barros]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Equilíbrio (Laríngeo)]]></category>
		<category><![CDATA[2 chakra umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O inverno chegou e realmente o tempo não está animador para a maior parte dos portugueses, que gostam de Sol, praia e calor&#8230; no entanto, ...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2122" height="1415" src="/wp-content/uploads/2016/01/ThinkstockPhotos-509703025.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ThinkstockPhotos-509703025" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/artigos/se-chove-la-fora-infusoes-detox/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>O inverno chegou e realmente o tempo não está animador para a maior parte dos portugueses, que gostam de Sol, praia e calor&#8230; no entanto, não podemos esquecer que, nesta fase, apesar dos corpos andarem mais escondidos com casacos, golas altas, gorros e cachecóis, é fundamental cuidarmos de nós nos 365 dias do ano. Faça frio ou faça calor, a nossa saúde deve ser ‘alimentada’ e, neste caso específico, diria melhor: hidrate a sua saúde este inverno!</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta altura do ano, o consumo de líquidos frescos não é o que mais apetece e, por isso, é importante arranjarmos alternativas hidratantes para que o nosso organismo receba aquilo de que, efetivamente, necessita para funcionar em plenitude e em equilíbrio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A água, um bem essencial à vida</strong></h3>
<p>A água é um bem essencial à vida e precisamos dela em quase todas as funções do nosso organismo, das mais simples às mais complexas. A sua atuação vai desde a lubrificação ocular, à saliva que nos ajuda a formar o bolo alimentar e a deglutir, ou ao meio aquoso em que o sangue e a linfa transportam os seus elementos ou os próprios sucos gástricos. <strong>Estes são apenas alguns dos poucos exemplos entre muitos outros que justificam o facto de mais de 50% do nosso organismo ser constituído por água.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>Sugestões</strong></h3>
<p>Existem alguns truques que nós, nutricionistas, partilhamos em consulta, a fim de ajudar na organização e na implementação da rotina do consumo de água. São sugestões simples que ajudam a lembrar, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>Sendo que cada copo médio tem cerca de 200 ml, <strong>o consumo recomendado de 1,5 l de água ao longo do dia equivale a cerca de 7-8 copos</strong>. Se os distribuir em momentos estratégicos não terá de se obrigar a beber água sob pressão. Opte por beber um copo de água em jejum, um copo de água antes das refeições principais e um outro antes de se deitar. Só com estes terá mais de metade dos objetivos garantidos.</li>
<li>Utilize os alarmes ou aplicações do seu telemóvel para o lembrar de <strong>beber água ao longo do dia</strong>. 8 Lembretes = 8 copos de água.</li>
<li><strong>Tenha uma garrafa com água ao pé de si.</strong> Ter água disponível é meio caminho andado para se ir hidratando de forma regular.</li>
<li><strong>Aromatize a água de forma natural</strong>, utilizando especiarias (como, canela ou anis estrelado), fruta fresca (como, morangos, limão, laranja ou abacaxi) ou ervas aromáticas (como, hortelã, manjericão ou alecrim). Se a água tiver um sabor agradável, será muito mais prazeroso.</li>
<li>Não esqueça o consumo complementar de <strong>alimentos hidratantes, </strong>como as frutas, legumes, gelatinas, sopas ou os sumos funcionais (ditos <em>detox</em>) de frutas e vegetais não açucarados.</li>
<li><strong>Opte por infusões, chás ou tisanas</strong>, quentes ou mornas, não açucaradas.</li>
<li></li>
</ul>
<p style="text-align: center"><span style="color: #999999">(Continua…)</span></p>
<p><strong>Leia este artigo na íntegra, na <a href="/produto/zen-energy-no-84-jan-2016/">Zen Energy Nº84</a> (edição de Janeiro de 2016), já nas bancas.</strong></p>
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		<title>Como mudar de vida em 2016</title>
		<link>http://www.revistazen.pt/artigos/como-mudar-de-vida-em-2016/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 11:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Célia Francisco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Emoção (Cardíaco)]]></category>
		<category><![CDATA[4 chakra cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Já pensou em ir viver para uma ilha paradisíaca? Ou abrir um negócio local? Está na hora de tomar decisões e arriscar. Arriscar sem medo, ...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2125" height="1416" src="/wp-content/uploads/2016/01/ThinkstockPhotos-472809984.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ThinkstockPhotos-472809984" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/artigos/como-mudar-de-vida-em-2016/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>Já pensou em ir viver para uma ilha paradisíaca? Ou abrir um negócio local?</strong></span></p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>Está na hora de tomar decisões e arriscar. Arriscar sem medo, mas de forma planeada.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje, não iremos falar de objetivos ou de metas a atingir, mas sim, da análise da sua vida atual para que assim consiga visualizar quais as áreas que terá que melhorar no ano que agora se inicia. Parece-lhe complicado? Não é nada difícil. No fundo, trata-se de um processo de autoavaliação de toda a sua vida, para que possa entender qual o caminho a seguir. <strong>Há que melhorar e transformar as suas maiores fragilidades atuais</strong>, para que consiga posteriormente atingir objetivos concretos e evoluir como pessoa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Porque é difícil mudar?</strong></h3>
<p>Se não estou feliz ou bem, então, porque não consigo mudar de atitude perante a vida? O que será que me bloqueia? Medo do desconhecido, preguiça para mudar?</p>
<p>Essencialmente, se reparar, a maior dificuldade na gestão da mudança é a forma como visualizamos as situações de vida. Sabemos que não estamos bem, que aquele não é o caminho mais correcto, mas continuamos a realizar o mesmo tipo de erros e a ter comportamentos semelhantes. No fundo, esperamos ter resultados diferentes para a mesma situação, através de atitudes sempre iguais.</p>
<p><strong>Sabe qual a solução?</strong> Estarmos atentos à nossa visão das situações de vida. É aqui que reside a maior dificuldade. Ou seja: a maneira como interpretamos os acontecimentos, as pessoas que vamos conhecendo, entre outros.</p>
<p>Sabia que esta visão da vida recebe diretamente influência do tipo de pensamentos que as situações nos provocam? Mas, essa não é a maior dificuldade. O problema está em que, muitas vezes, temos uma visão enviesada da realidade, porque analisamos a vida através de alguns erros cognitivos de interpretação (ver caixa 1).</p>
<p>E são estes erros cognitivos que nos dificultam a tarefa de mudança, porque mascaram a verdadeira realidade e, muitas vezes, provocam uma visão muito deturpada e negativa do que nos acontece. Além de que aumentam grandiosamente o nível de sofrimento e ansiedade tidos nas situações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Porquê analisar a nossa vida no presente?</strong></h3>
<p>Para conseguir trabalhar esta visão errónea da vida, vamos centrar-nos noutra questão: <strong>como avaliar a nossa realidade atual?</strong></p>
<p>Imagine que um estranho o abordava e que lhe faria a seguinte pergunta: «O que mudaria na sua vida neste momento?». Possivelmente, ficaria bloqueado na resposta.</p>
<p>E se este lhe perguntasse: «O que gostaria de ter na sua vida neste momento?».</p>
<p>Aqui, certamente, responderia: «Mais dinheiro», «Um emprego melhor», «Uma relação equilibrada», entre outros.</p>
<p>No entanto, já alguma vez parou para pensar no porquê de ainda não ter atingido esses objetivos? Sabe qual a causa maior para essa situação? Quais os comportamentos e as áreas que terá que melhorar e modificar, para que consiga trazer para a sua vida, «mais dinheiro, mais amor, um emprego melhor»?</p>
<p>No fundo, há que perceber «onde estou», para que consiga preparar o «para onde quero ir e ficar», através do corrigir dos comportamentos menos positivos e do focar-se sempre no objetivo final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #999999">(Continua…)</span></p>
<p><strong>Leia este artigo na íntegra, na <a href="/produto/zen-energy-no-84-jan-2016/">Zen Energy Nº84</a> (edição de Janeiro de 2016), já nas bancas.</strong></p>
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		<title>Transformar o sofrimento em felicidade</title>
		<link>http://www.revistazen.pt/artigos/transformar-o-sofrimento-em-felicidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 10:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rossana Appolloni]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência (Umbilical)]]></category>
		<category><![CDATA[2 chakra umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Incerteza, instabilidade, mudança. Na vida em geral, nas relações em particular. Há quem diga que é resultado da dificuldade de compromisso, de aceitação, de incompatibilidades ...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="4168" height="2832" src="/wp-content/uploads/2016/01/ThinkstockPhotos-501261073.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ThinkstockPhotos-501261073" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/artigos/transformar-o-sofrimento-em-felicidade/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>Incerteza, instabilidade, mudança. Na vida em geral, nas relações em particular. Há quem diga que é resultado da dificuldade de compromisso, de aceitação, de incompatibilidades não trabalhadas, de insatisfação. Mas, e se essa insatisfação existir para nos obrigar a procurar melhor? Será que nos devemos mesmo dar por satisfeitos ou será que faz parte da natureza humana viver os desafios da vida numa lógica de crescimento e desenvolvimento pessoal?</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta perspetiva, poderá fazer sentido haver mudança de trabalho, de parceiro, de amigos; mudanças que correspondem às várias fases da nossa vida, do nosso crescimento. E nem sempre conseguimos crescer todos na mesma direção.</p>
<p>Com o passar do tempo, <strong>vamo-nos tornando mais inertes no trabalho, protegemo-nos mais do mundo, dos outros, das relações e mergulhamos numa tristeza que espelha o nosso grito por uma existência mais autêntica</strong>. Queremos vidas mais livres, desprendidas, alegres, leves, entusiasmantes, mas vamos caminhando para vidas mais resguardadas, cómodas, seguras. Os desafios trazem-nos a oportunidade de desenvolver as nossas potencialidades mas, por vezes, a dor por eles provocada fala mais alto e começamos a evitar novos. Às tantas, preferimos a imobilidade com receio que o movimento nos traga ainda mais sofrimento. Sem darmos por isso, deixamos de viver e passamos a sobreviver, no maior abrigo que nos é possível. Como ganhar forças para inverter este processo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>«A vida é um conjunto de experiências»</strong></h3>
<p>O ser humano tem a capacidade de não parar de crescer. <strong>A vida é um conjunto de experiências</strong>, seja em que área for, nas quais o crescimento e o desenvolvimento das nossas potencialidades é o objetivo primordial. É ir cada vez mais ao encontro da nossa verdadeira essência, do elemento que nos distingue de todas as outras pessoas e nos torna únicos e especiais. <strong>Conhecer a nossa essência implica explorar o mundo ao nosso redor</strong>, exatamente como faz uma criança com tanta naturalidade. Se conseguirmos manter um olhar curioso, não paramos de fazer descobertas. E esse olhar curioso de exploração, de viagem interior, é a grande riqueza que as relações nos trazem. Através do outro acedemos ao nosso vasto mundo interior, com as suas fragilidades e forças, mundo esse que grita para ser visto, olhado, cuidado e transformado. Sempre. <strong>Porque a vida é uma transformação contínua, é desenvolvimento</strong>. Nada permanece imutável. O importante é sentir que essa transformação vai na direção de um desabrochar e não de um murchar. A nossa semente necessita de ser regada e cuidada de forma adequada, mas se não a conhecermos não saberemos do que ela precisa para se desenvolver e crescer em todo o seu esplendor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Sinta a beleza da vida</strong></h3>
<p>Uma relação íntima faz-nos viver a beleza da nossa semente com uma intensidade única. Sentir-nos amados e valorizados, sentir que fazemos a diferença na vida de outra pessoa, sentir que a nossa existência tem importância dá-nos uma <strong>energia inigualável</strong>. A leveza passa a fazer parte do nosso ser e o que era um problema passa para outra dimensão, deixa de ter o peso que tanto nos atrapalhava. No entanto, quando a relação se interrompe, o que tínhamos visto florescer em nós murcha por falta de nutrição. Na vez seguinte já olhamos para o outro com mais cautela, com mais desconfiança e mais defesas. <strong>Queremos sentir a beleza da vida, mas prevemos que chegará novamente o dia em que entraremos em guerra e nos será roubado o afeto, a atenção, o amor, o carinho</strong>. Para quê então tentar novamente? Para quê voltar a entrar no turbilhão das emoções quando já tínhamos conseguido alguma estabilidade sozinhos? Quem nos faz entrar noutra tempestade? Parece um paradoxo, mas subtrairmo-nos às tempestades, que são feitas da alternância de Sol e chuva, é subtrairmo-nos à vida. <strong>Porque a vida é feita de tempestades. Porquê?</strong> A psicologia positiva explica isso bem através do conceito de <strong>crescimento pós-traumático</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #999999">(Continua…)</span></p>
<p><strong>Leia este artigo na íntegra, na <a href="/produto/zen-energy-no-84-jan-2016/">Zen Energy Nº84</a> (edição de Janeiro de 2016), já nas bancas.</strong></p>
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		<title>Faça as pazes com o passado, liberte-se para o presente da vida!</title>
		<link>http://www.revistazen.pt/artigos/faca-pazes-com-o-passado-liberte-se-para-o-presente-da-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 10:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Sousa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Força (Raíz)]]></category>
		<category><![CDATA[2 chakra umbilical]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Imagine-se numa viagem, ao volante de um automóvel. Como costuma conduzir? &#160; A &#8211; Segue na estrada sempre a olhar para o retrovisor, esquecendo-se do ...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1000" height="687" src="/wp-content/uploads/2016/01/ThinkstockPhotos-477210609.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ThinkstockPhotos-477210609" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/artigos/faca-pazes-com-o-passado-liberte-se-para-o-presente-da-vida/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>Imagine-se numa viagem, ao volante de um automóvel.</strong></span></p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #993366"><strong>Como costuma conduzir?</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A &#8211; Segue na estrada sempre a olhar para o retrovisor, esquecendo-se do que tem à sua frente;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>B &#8211; Foca a sua atenção na estrada que tem à sua frente e no destino aonde pretende chegar, mas quando se lembra de olhar para o retrovisor, fica de tal forma perturbado que tem dificuldade em continuar na estrada que está a percorrer e em seguir viagem;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>C &#8211; Foca a sua atenção na estrada que tem à sua frente e no destino aonde pretende chegar, olhando para o retrovisor, apenas quando necessita de informação adicional para ultrapassar qualquer obstáculo e/ou mudar de faixa, retomando, de imediato, a atenção na estrada em que se encontra e no percurso a efetuar para o seu destino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E se a viagem em questão for a sua vida?</strong></p>
<p><strong>Como a tem conduzido?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A vida é, na realidade, uma viagem, fabulosa, com que todos somos agraciados, mas que nem sempre a conduzimos da forma mais aprazível, conscientes do caminho a percorrer e do momento/etapa em que nos encontramos, determinante para uma viagem confiante e desfrutável na direção do destino escolhido!</p>
<p>Na realidade, ainda nos deparamos com inúmeras pessoas, para as quais a vida é composta de carências, tristeza, insegurança e sofrimento, fruto de ressentimentos do passado. <strong>Vivem, como se ainda lá estivessem, agarradas ao que ‘poderia ter sido’, e não foi</strong> (mágoas de infância, relacionamentos desfeitos, pessoas que morreram ou que deixaram simplesmente de fazer parte das suas vidas, negócios/empregos perdidos)!</p>
<p>São condicionadas pelas derrotas e fracassos anteriores, como cicatrizes de guerra, que as levam a padrões cíclicos de vitimização, ensombrando o presente, sabotando novos desafios e oportunidades de vida. São prisioneiras no tempo, algures ‘lá atrás’, impedidas de desfrutar em pleno da vida, tal como ela acontece, hoje, Agora!</p>
<p><strong>Criam formas rígidas de pensamento, vários mecanismos de defesa, e vivem num estado de alerta permanente e disfuncional.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Como o passado nos influencia</strong></h3>
<p>Cada um de nós traz consigo, até ao dia de hoje, uma história, um percurso, composto por inúmeros acontecimentos, alguns mais marcantes que outros, pela sua natureza, pelos sentimentos e emoções experienciados, bem como pelas aprendizagens que deles retiramos.</p>
<p>Esse foi o nosso caminho, a nossa história de vida até ao momento atual!</p>
<p><strong>Agradável ou não</strong><strong>,</strong><strong> compete-nos transformá-la, em prol da que queremos passar a ter!</strong></p>
<p>Isso é possível, quando aceitamos o nosso percurso sem julgamentos, nem condicionamentos e nos disponibilizamos integralmente para seguir em frente!</p>
<p>Quando conduzimos a nossa vida a olhar para trás, ficamos a maior parte do tempo petrificados, impedidos de avançar, envolvidos em emoções passadas, positivas ou negativas, que consomem a atenção e energia necessárias para seguir em frente rumo à vida que ambicionamos!</p>
<p>O apego ao passado bloqueia a vivência do que é novo, escurece o presente e cega o futuro.</p>
<p>É certo que foi o passado que nos conduziu até ao dia de hoje mas, na realidade, ele já não existe, tal como o nome indica, já foi, nada mais é do que um ‘presente passado’ que ficou armazenado na nossa mente.</p>
<p><strong>Não são os acontecimentos do passado que nos condicionam, pois eles não existem mais, mas sim</strong><strong>,</strong><strong> os sentimentos e emoções que com eles experienciámos e transportamos para o momento atual</strong>, na maior parte das vezes pelo mal-estar que nos provocam e pela importância que lhes atribuímos.</p>
<p>Não podemos voltar atrás para mudar ou apagar o passado, mas podemos sempre, deixá-lo ir, mudando o seu significado e repensando a nossa atitude perante o mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #999999">(Continua…)</span></p>
<p><strong>Leia este artigo na íntegra, na <a href="/produto/zen-energy-no-84-jan-2016/">Zen Energy Nº84</a> (edição de Janeiro de 2016), já nas bancas.</strong></p>
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		<title>Wellbeing Week levou hot yoga tónico ao Algarve</title>
		<link>http://www.revistazen.pt/noticias/wellbeing-week-levou-hot-yoga-tonico-ao-algarve/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 09:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Zen Energy]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Entre 19 e 21 de novembro, decorreu no Martinhal Beach Resort &#38; Hotel, em Sagres, a terceira edição da Wellbeing Week. Durante 3 dias foi ...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1174" height="739" src="/wp-content/uploads/2016/01/yoga_tonico.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="yoga_tonico" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/noticias/wellbeing-week-levou-hot-yoga-tonico-ao-algarve/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p>Entre 19 e 21 de novembro, decorreu no Martinhal Beach Resort &amp; Hotel, em Sagres, a terceira edição da <em>Wellbeing Week</em>. Durante 3 dias foi possível fazer aulas de <em>hot </em>yoga, yoga tónico e <em>hatha</em> yoga, bem como sessões de meditação ao pôr do sol, dirigidas pelo professor Jean Pierre de Oliveira (<a href="http://www.yoga-spirit.pt">www.yoga-spirit.pt</a>). A programação incluiu ainda <em>workshops </em>de cozinha saudável que ensinaram os participantes a fazer sumos <em>detox</em> e sobremesas saudáveis, cortesia da <em>blogger</em> Filipa Cardoso (<a href="http://diospiro.com">http://diospiro.com</a>). Os hóspedes do hotel foram convidados a participar em todas as atividades gratuitamente. No spa do hotel puderam também usufruir de programas de relaxamento especiais, complementares às sessões de meditação. E no restaurante, os sabores quiseram-se saudáveis.</p>
<div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/noticias/wellbeing-week-levou-hot-yoga-tonico-ao-algarve/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p>O post <a rel="nofollow" href="/noticias/wellbeing-week-levou-hot-yoga-tonico-ao-algarve/">Wellbeing Week levou hot yoga tónico ao Algarve</a> aparece primeiro no <a rel="nofollow" href="/">Revista Zen Energy</a>.</p>
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		<title>Yoga comunitário chega à Mouraria</title>
		<link>http://www.revistazen.pt/noticias/yoga-comunitario-chega-mouraria/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 09:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Zen Energy]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O professor de yoga Jean Pierre de Oliveira (www.yoga-spirit.pt) quer criar uma comunidade de yogis em Lisboa. Para isso, criou um programa -Community Classes-, com ...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="1024" height="604" src="/wp-content/uploads/2016/01/mouraria.jpeg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="mouraria" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/noticias/yoga-comunitario-chega-mouraria/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p>O professor de yoga Jean Pierre de Oliveira (<a href="http://www.yoga-spirit.pt">www.yoga-spirit.pt</a>) quer criar uma comunidade de <em>yogis </em>em Lisboa. Para isso, criou um programa -<em>Community Classes-</em>, com aulas livres de dogmas, de mensalidades, de restrições e de obrigatoriedades. «A ideia é democratizar o acesso ao yoga, descomplicar os seus conceitos filosóficos e criar uma comunidade solidária que se reunirá regularmente», explica. Estas aulas têm uma particularidade: o pagamento é feito por donativo livre, cada um paga o que quiser. A primeira sessão teve lugar no passado dia 29 de novembro, no espaço Mouraria Inatel, em Lisboa, e contou com mais de 60 participantes. A próxima está já agendada para dia 31 de janeiro. As inscrições podem ser efetuadas através do <em>e-mail</em> <a href="mailto:info@yoga-spirit.pt">info@yoga-spirit.pt</a>.</p>
<div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/noticias/yoga-comunitario-chega-mouraria/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p>O post <a rel="nofollow" href="/noticias/yoga-comunitario-chega-mouraria/">Yoga comunitário chega à Mouraria</a> aparece primeiro no <a rel="nofollow" href="/">Revista Zen Energy</a>.</p>
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		<title>ZEN ENERGY &#124; Nº 84 &#124; JAN 2016</title>
		<link>http://www.revistazen.pt/revista-zen/zen-energy-no-84-jan-2016/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 10:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Zen Energy]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Revista Zen]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quero encomendar!</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img width="2421" height="3248" src="/wp-content/uploads/2015/12/zen84.jpg" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="zen84" /></p><div class="fcbk_share"><div class="fcbk_like"><fb:like href="/revista-zen/zen-energy-no-84-jan-2016/" layout="button_count" width="450" show_faces="false" share="false"></fb:like></div></div><p style="text-align: center"><a href="/produto/zen-energy-no-84-jan-2016/"><strong>Quero encomendar!</strong></a></p>
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